28 de jul de 2013

Será que o ET de Varginha era o Mudinho?



Uma investigação e uma sindicância foram realizadas por militares do Exército Brasileiro, incluindo o tenente coronel Lúcio Carlos Pereira, finalizada em 1997, e cujo resultado foi levado a público pela mídia em Outubro de 2010, concluiu que o incidente não passaria de um mal entendido.

Nessa linha, alega-se que Luiz Antônio de Paula (conhecido como Mudinho) vivia com sua família próximo ao terreno do suposto avistamento. Esse homem, portador de deficiência mental, é conhecido em Varginha e tem o hábito de se agachar e coletar pequenos objetos no chão.

De acordo com o Inquérito Polícial Militar arquivado no Superior Tribunal Militar, a versão oficial é de que no dia do incidente, as testemunhas o avistaram agachado num canto do terreno, sujo de lama devido a chuva e entraram em pânico. O inquérito supôs então que as três jovens teriam confundido Mudinho com uma "criatura alienígena".

Conversando com o maior investigador de ufologia do Brasil que é o Dr. Ubirajara Rodrigues, este garante que as meninas conheciam muito bem o Mudinho e que não haveria a menor possibilidade delas terem se confundido.

O Dr. Ubirajara também tem em suas investigações depoimentos de outras testemunhas que também viram a criatura, e inclusive um depoimento de uma enfermeira de um hospital que garante que o suposto ET passou pelo hospital onde ela trabalhava.

A verdade é que este impasse vai continuar...

Por: David Muniz
Fonte: CUB

20 de jul de 2013

Caso Félix Moncla

Na noite de 23 de Novembro de 1953, os operadores de radar do Comando de Defesa Aérea detectaram a aproximação de um estranho objecto, em grande velocidade, nas imediações do Lago Superior, fronteira com o Canadá. Tentativas de entrar em contacto com os ocupantes do objecto não obtiveram resposta.
Imediatamente descolou um caça a jacto F-89 da Base Aérea de Kinross, com a missão de interceptar o objecto. O avião era pilotado por Felix Eugene Moncla (1926-1953), tendo como operador de radar, o segundo-tenente Robert L. Wilson. Logo após a descolagem, o radar operado pelo tenente Wilson apresentou problemas, de modo que ele teve alguma dificuldade para localizar o ponto exacto onde encontrava-se o objecto voador não identificado. Os tripulantes tiveram de valer-se então de dados transmitidos pela equipa em terra, a partir de observações feitas com o radar de solo.
Então Moncla transmitiu uma mensagem à base, informando que haviam conseguido estabelecer contacto visual com o objecto, que era provido de luzes. Para o pessoal em terra, responsável pela leitura dos dados de radar, o jacto era visível na forma de um ponto luminoso no monitor do equipamento, bem como o ovni. Puderam observar que os dois pontos luminosos (representando o jacto e o ovni), foram aproximando-se cada vez mais.Repentinamente, para espanto do pessoal em terra, os dois pontos simplesmente fundiram num só. Num primeiro momento pensou-se que Moncla havia voado acima ou abaixo do ovni. Contudo, apenas um ponto luminoso continuou visível, acelerando cada vez mais. Ficava evidente que o caça a jacto havia chocado contra o ovni, ou talvez sido capturado em voo por este. Imediatamente foram feitas tentativas de contactar Moncla ou Wilson, mas estes jamais voltaram a responder. O ponto luminoso restante, ainda visível pelo radar, simplesmente acelerou e saiu do alcance do radar.Teve início uma operação de busca e salvamento na região onde o F-89 havia desaparecido. Equipas foram colocadas em terra e sobre as águas do Lago Superior. Mas nenhum destroço do avião e nem seus dois tripulantes, vivos ou mortos, foram localizados.Um piloto de outro jacto F-89, voando na região informaria mais tarde, ter tido a impressão de ouvir alguma transmissão de Moncla cerca de 40 minutos após seu desaparecimento.Nos dias que se seguiram ao misterioso desaparecimento de Moncla e Wilson, a USAF enviou um representante às suas famílias para dar os pêsames em nome do governo norte-americano. O representante enviado à casa da mãe de Moncla lhe disse que infelizmente não haveria como lhe ser entregue o corpo de seu filho, pois o F-89 caíra no Lago Superior e até o momento não fora encontrado. Entretanto, a USAF parece ter feito alguma confusão, pois poucos dias depois um segundo representante foi enviado à casa da mãe de Moncla. Este lhe disse que não haveria como sepultar seu filho porque o F-89 explodira a grande altitude, não tendo sido possível resgatar os restos mortais dos dois tripulantes.Mesmo não tendo encontrado nenhum destroço do jacto de Moncla no Lago Superior ou em terra, a USAF divulgou, num primeiro momento, que o F-89 havia colidido contra uma aeronave da Real Força Aérea Canadiana, que invadira o espaço aéreo norte-americano por engano. Contudo, o governo canadiano negou que algum de seus aviões tenha entrado em território norte-americano por engano ou colidido contra algum outro avião, fosse americano ou canadiano. Um avião comercial canadiano estava em voo na área do acidente, na noite de 23 de Novembro e a USAF prendeu-se, por algum tempo, à versão de que este avião é que fora captado pelo radar. Contudo, o piloto daquele voo, Gerald Fosberg, negou que tivesse no ar no horário em que o F-89 havia descolado.A USAF então mudou sua versão, afirmando que Moncla pode ter tido algum tipo de vertigem, perdendo o controle do jacto, que veio a cair. Contudo, surgiu a hipótese de que o tenente Wilson poderia ter assumido o controle do avião, no caso de Moncla ter desmaiado. Foi divulgado então que um problema de pressurização na aeronave poderia ter acarretado inconsciência em ambos os tripulantes.Em 1968 alguns destroços teriam sido encontrados nas imediações da costa oriental do Lago Superior, sendo atribuídos ao F-89 de Moncla e Wilson. Contudo, até mesmo a informação de que os destroços foram realmente encontrados nunca foi devidamente confirmada. Em Agosto de 2006, surgiu a história de que uma companhia de mergulho havia encontrado finalmente, o F-89 a grande profundidade, sob as águas do Lago Superior. Contudo, quando jornalistas e ufólogos tentaram conseguir informações mais detalhadas do caso, ficou evidente que a história da descoberta do jacto não era verdadeira. Até a actualidade, nenhum destroço ou restos mortais dos pilotos foram encontrados, não tendo sido possível também determinar com segurança o que aconteceu na noite de 23 de Novembro de 1953.O desaparecimento de Frederick Valentich!No dia 21 de Outubro de 1978, Frederick Valentich, um jovem piloto de 20 anos, desapareceu em circunstâncias inexplicadas enquanto pilotava um Cessna 182L sobre o Estreito de Bass para a Ilha King, na Austrália.
Antes do seu desaparecimento, Valentich relatou via rádio que havia encontrado uma aeronave não identificada que voava em alta velocidade perigosamente próxima de seu Cessna, e posteriormente pairou sobre a aeronave.
O alerta de busca e salvamento foi dado no mesmo minuto do desaparecimento. Uma busca no mar foi realizada com dois P-3 Orion da RAAF, num período de sete dias, mas nenhum rasto de Valentich ou sua aeronave foram jamais encontrados, e a investigação do Departamento de Transporte concluiu que a razão para o desaparecimento não podia ser determinado. O caso chamou a atenção da imprensa e dos peritos da ovnilogia.

Por - David Muniz


Governo americano testou um disco voador em 1956




O blog National Archives dedicado a documentos secretos do governo norte americano publicou um post sobre um conjunto intrigante de registros da divisão de sistemas aeronáuticos da Força Aérea dos EUA. Durante os anos 1950, de acordo com estes documentos, a Força Aérea tinha contratado com uma empresa canadense Avro Aircraft Limited, para produzir o que só pode ser descrito como um disco voador.

Enquanto o Arquivo Nacional, desde algumas imagens do "Projeto 1794" no ano passado, todo o relatório já está disponível online.

O relatório resume o trabalho da Avro em seu primeiro contrato com a Força Aérea, que financiou um estudo de viabilidade para testar os sistemas e princípios que seriam necessários para criar o Avro chamado de "plana vertical para decolagem e pouso de aeronaves." A nave atingiria uma velocidade máxima entre Mach 3 e Mach 4 e seria capaz de voar a 100 mil pés e variando mil milhas náuticas.

O documento contém vários esquemas detalhando soluções alternativas para alguns dos problemas de engenharia que o disco voador apresentou. A Avro descreveu 500 horas de testes em túnel de vento feito com um modelo em escala e incluiu fotos desse processo, gráficos de seus resultados e avaliações de questões pendentes.

Na conclusão do relatório, a Avro pediu mais de US $ 3 milhões para concluir os testes e o desenvolvimento. 

Como Benjamin Plackett afirmou quando as primeiras imagens do disco foram lançadas no ano passado, que não era muito dinheiro para os padrões militares. (Ele se traduziria em cerca de 26.600 mil dólares americanos hoje), mas o governo decidiu financiar e trabalhar em um protótipo menor e menos grandioso, que foi o Avrocar, em seu lugar. Como um helicóptero (ainda não disponível para uso em combate), esta aeronave poderia passar perto da terra e ajudar as tropas na necessidade de reforço ou reabastecimento.

Plackett disse que o vídeo de testes do Avrocar em que o veículo não fica mais do que alguns metros do chão. Os pilotos encontraram dureza e instabilidade nos movimentos e até mesmo conseguiram uma vez subir ainda mais alto no ar.

No final, o plano do governo de construir um disco voador EUA em qualquer escala foi desfeito. A Avro fechou suas portas em 1962.

Por: David Muniz
Fonte: CUB

Dois casos aéreos inexplicáveis

No dia 24 de Novembro de 1988, um acidente terrível ocorreu na cidade de Cabo Rojo, no Porto Rico, quando dois caças F-14 norte-americanos desaparecerem durante a perseguição a um enorme ovni em forma triangular. Os aviões estavam seguindo o objecto, quando de repente o ovni parou e “engoliu” os dois F-14. Depois de capturar as duas aeronaves, o ovni supostamente alterou a sua forma para um triângulo menos angular e dividiu-se em dois objectos menores. Esses dois objectos desapareceram velozmente. Surgiram rumores de que o encontro foi registado pelos radares de Porto Rico, mas nenhuma prova foi apresentada.

Muito semelhante ao caso Cabo Rojo, o caso San Germán ocorreu no dia 16 de Novembro de 1988, quando um enorme ovni de cor amarela apareceu sobre a cidade de San Germán e desapareceu com dois aviões. O barulho individual de cada avião desaparecia à medida que eles sumiam. Depois do desaparecimento dos dois caças, relatou-se que dois pequenos ovnis luminosos saíram do objecto maior e desapareceram velozmente.




Caso Mantell

Na manhã de 7 de Janeiro de 1948, comandados pelo capitão Thomas F. Mantell, quatro aviões de combate tipo F-51D Mustang regressavam de um voo de exercício na Base Aérea de Godman, em Fort Knox (E.U.A.). Nesse momento, o controlador de rádio da torre notificou-os que um objecto não identificado tinha sido avistado no céu, entre as nuvens. Acelerando, os caças saíram em perseguição ao OVNI. Um dos caças, com menos combustível, recebeu autorização para aterrar. Os outros dois pilotos acompanharam Mantell na interceptação do objecto. Mais tarde, os pilotos relataram que viram um objecto, mas descreveram-no como tão pequeno e indistinto que não puderam identificá-lo.


Apenas um dos companheiros de Mantell, tenente Albert Clemmons, tinha uma máscara de oxigénio. Clemmons e o outro piloto, tenente Hammond, abandonaram a perseguição a 6900 metros de altitude, devido ao esgotamento do oxigénio. Mantell continuou a subir, entretanto. A torre de controle ouviu-o dizer excitado: “Estou chegando perto dele”. Depois, silêncio. Eram 15h 15m, quando Mantell transmitiu pela última vez. Uma hora depois, encontraram o seu avião despedaçado, e seu corpo decapitado. O relógio de Mantell parara às 15h 18m.
A explicação do planeta Vénus!
O Caso Mantell foi rapidamente investigado pelo Projecto Sign, o novo grupo de pesquisa da Força Aérea dos Estados Unidos que havia sido criado para estudar casos envolvendo OVNIS. Apesar da equipa do Projeto Sign nunca ter chegado a uma conclusão, outros investigadores da Força Aérea sugeriram que Mantell havia observado o planeta Vénus, e acreditando erradamente que poderia se aproximar para dar uma olhada, acabou por morreu por falta de oxigénio em altitude elevada.



Entretanto, esta conclusão foi logo descartada, porque embora Vénus estivesse na mesma posição do ovni, os astrónomos do Projecto Sign, estabeleceram que o planeta estaria quase invisível para observadores àquela hora do dia. A causa da queda de Mantell permanece oficialmente listada como indeterminada pela Força Aérea.
A explicação do balão Skyhook!
O Dr. Joseph Allen Hynek, um professor de astronomia e um consultor científico do Projecto Sign, sugeriu que Mantell tinha confundido um balão meteorológico Skyhook da Marinha americana. 



De facto, essa explicação é bem plausível: os balões eram um projecto secreto da Marinha à época, continham alumínio, e tinham cerca de 30 metros de diâmetro, o que é consistente com a descrição de Mantell de um largo objecto metálico. 


Uma vez que os balões Skyhook eram secretos naquele tempo, nem Mantell nem os outros observadores na torre de tráfego aéreo estariam aptos a identificar o OVNI como um balão Skyhook. Além do mais, pesquisas posteriores do Project Sign e cépticos, mostrariam que diversos balões Skyhook haviam sido lançados em 7 de Janeiro de 1948, em Clinton County, Ohio, aproximadamente 150 km a nordeste de Fort Knox. O céptico Philip Klass argumentou que os ventos do dia teriam soprado o balão para perto da área onde Mantell caiu.


Os célebres Foo Fighters!

Durante a Segunda Guerra Mundial, foram avistados pelos pilotos aliados, várias esferas luminosas alaranjadas que perseguiam ou acompanhavam os aviões. Ao avistá-las, os aliados atribuíam esses objectos voadores aos alemães, julgando tratar-se de uma nova arma secreta.

Terminada a guerra, os aliados descobriram que afinal, esses objectos voadores não eram alemães, visto que os incomodava.

O alto comando da Luftwaffe criou em 1944 a Base Especial nº 13, um projecto secreto de investigação, que ocultava-se sob o nome de Operação Uranus. A missão deste projecto era recolher, avaliar e estudar os relatórios de observações dos pilotos alemães sobre estranhos objectos voadores. A criação deste projecto de investigação secreta pelo alto comando alemão veio a provar que os Foo Fighters eram um mistério para os nazis, que os atribuíam aos aliados.

Um dos primeiros relatórios norte-americanos sobre o fenómeno data de Outubro de 1943, quando os B-17 (fortalezas-voadoras) estavam a voar sobre Schweinfurt, na Alemanha, com a missão de bombardear cidades alemãs.



Durante a missão, os pilotos dos bombardeiros avistaram dúzias de discos pequenos e prateados, com cerca de 2,5 cm de espessura e 10 cm de diâmetro. Um dos tripulantes de uma aeronave viu um dos discos atingir a cauda de um dos aviões, mas não provocou nenhum efeito na aeronave.

Foram criadas várias teorias para o fenómeno:
- Poderia ter sido uma descarga eléctrica das asas.
- Outra teoria supõe que as esferas avistadas pelos pilotos eram Raios globulares.

Perigo no Céu! OVNIs: Uma Ameaça para a Navegação Aérea?


Na maioria das vezes, a observação desses estranhos fenômenos não constitui perigo; mas existem relatos de que alguns aviões terão tido dificuldades nos seus encontros, ou mesmo ter sido abatidos. Os governos mundiais afirmam que os acidentes aéreos decorrentes desses encontros com OVNIs são apenas falhas mecânicas, técnicas ou erro dos pilotos. Mas há relatos que mencionam queda de aviões de forma misteriosa, após encontro com esses fenômenos não identificados.

Por: David Muniz


14 de jul de 2013

O que é Exopolítica?

A Exopolítica é um campo científico interdisciplinar, com raízes nas ciências políticas, que se focaliza na investigação e educação pública no que diz respeito aos actores, instituições e processos associados à vida extraterrestre, assim como às implicações que acarreta o surgimento de um novo paradigma.



Esta definição integra três diferentes significados em que a palavra Exopolítica é utilizada:



De notar que a Exopolítica é apenas uma de entre um vasto leque de Exo Ciências e Exo Disciplinas em pleno desenvolvimento, todas lidando com as implicações da presença alienígena.

Michael Salla, fundador do Instituto de Exopolítica, dá duas definições complementares:
- Exopolítica é o estudo de indivíduos-chave, instituições e processos políticos associados a vida extraterrestre.
- Exopolítica é o estudo das implicações políticas da presença extraterrestre na Terra.
- Alfred Webre inventou o termo Exopolítica e descreve-a como o estudo dos processos políticos e de governo na sociedade inter-estelar.

Steve Basset utiliza o termo Exopolítica em 4 acepções:
- A arte ou ciência de governo, no que concerne à orientação ou influência da política governamental relativamente aos fenómenos extraterrestres e seres extraterrestres.
- Acções, práticas e normas exopolíticas.
- As opiniões e simpatias exopolíticas de uma pessoa.
- O complexo total de relações entre a raça humana e seres inteligentes não-humanos.

Em Outubro de 2009, um grupo de pessoas envolvidas em Exopolítica organizaram sessões de debate de ideias, onde os diversos significados e utilizações da palavra Exopolítica foram explorados e mapeados.

As seguintes pessoas que participaram nas sessões foram as seguintes:
- Come Carpentier (India);
- Neil Gould (Hong Kong);
- Paola Harris, M.Ed.(E.U.A./Itália);
- Robert Fleischer (Alemanha);
- Manuel Lamiroy, Jurista (África do Sul);
- Pepón Jover del Pozo, M.Sc. (Espanha);
- Michael Salla, Ph.D. (E.U.A./Austrália);
- Victor Viggiani, M.Ed. (Canadá).
Sendo uma ciência política, a exopolítica faz uso das metodologias standard das ciências políticas. E para estas, é necessária uma abordagem qualitativa, em vez de uma quantitativa ou quantificável.

A Exopolítica identifica as personagens (indivíduos, instituições e outros grupos), os processos, dinâmicas e políticas. Analisa os comportamentos e motivações das pessoas, instituições e grupos. Também se foca nos objectivos e eficácia de certas políticas, etc., e tenta identificar padrões (previsíveis).

Uma das ferramentas mais comuns é o uso de tipologias. Enquanto analisava a literatura existente sobre extraterrestres na Terra, Michael Salla verificou que os extraterrestres eram descritos em 4 categorias ou tipos:
- Os que Ajudam;
- Os Intrusos;
- Os Manipuladores;
- Os Vigilantes.

Por: David Muniz

Fonte: O Que É Exopolítica? | Exopolítica Portugal

Arqueólogos acham mulher mumificada de período pré-inca

 

Arqueólogos peruanos descobriram o corpo mumificado de uma mulher que teria sido sacrificada no santuário Cao Viejo, pertencente à cultura pré-inca Moche, dos séculos II a VIII d.C., na região La Libertad (norte). O chefe dos arqueólogos da Fundação Wiesse, Régulo Franco Jordán, disse à imprensa que a descoberta aconteceu há um mês, mas foi divulgada somente agora por medo dos saqueadores.

A mulher mumificada teria entre 17 e 19 anos e foi enterrada em posição de decúbito ventral, com a cabeça orientada para o oeste e com um dos braços esticados. "Estava no santuário ('huaca') Cao Viejo do complexo arqueológico El Brujo, no distrito de Ascope, em La Libertad", acrescentou.

"Os restos da mulher foram encontrados debaixo do último andar do pátio cerimonial da 'huaca' que, de acordo com a estratigrafia do templo, corresponde à ocupação final moche, aproximadamente entre os séculos VII e VIII d.C.", explicou Franco Jordán.

Há um mês, a equipe encontrou os restos mortais dessa mulher sacrificada na plataforma superior da "huaca" de Cao Viejo. Segundo o arqueólogo, o surpreendente da descoberta "é que, na iconografia moche, sempre se observa os homens como objeto de sacrifício e, por isso, traz uma reviravolta nas nossas investigações".

"Causa muita surpresa encontrar uma mulher e, muito mais, saber que foi enterrada em posição de decúbito ventral com a cabeça orientada para o oeste, onde fica o mar, e com um dos braços esticados, postura que - além de anormal - é muito diferente do que se conhecia até agora", comentou.

Em 2006, a equipe de Franco Jordán descobriu no santuário Cao Viejo uma mulher tatuada que depois foi chamada de "a senhora de Cao", ou "Dama de Cao", uma governante da cultura mochica que, acredita-se, governou o norte do atual Peru no século IV d.C.
Por: David
Fonte: CUB

6 de jul de 2013

“OVNIs e extraterrestres são reais!”, afirmou Ben Rich

 
 
 
Ben Rich, diretor da Lockheed Skunk Works, confessou antes de morrer

Ben Rich, diretor da Lockheed Skunk Works, admitiu em seu leito de morte que as visitas de OVNIs extraterrestres são reais e que os militares dos Estados Unidos viajam pelas estrelas, de acordo com artigo publicado em maio de 2010 no Jornal UFO MUFON.
 
O que ele revelou pode parecer novidade para a maioria das pessoas, porém, isto aconteceu em janeiro de 1995.  Suas declarações  dão respaldo aos relatos de que os militares dos EUA tem estado voando em veículos que imitam as naves alienígenas.
 
O artigo foi escrito por Tom Keller, um engenheiro aeroespacial, que trabalhava como analista de sistemas de computadores para a NASA.
1. “Dentro do Skunk Works (entidade de pesquisa e desenvolvimento secretos da Lockheed), eramos um grupo pequeno, mas muito unido, que consistia de aproximadamente 50 engenheiros e projetistas veteranos, e uma centena de torneiros mecânicos peritos e outros funcionários.  Nosso ponto forte era a construção, em números pequenos, de aeronaves tecnologicamente avançadas para missões de alto segredo“.
 
2. “Já possuímos os meios para viajar entre as estrelas, mas estas tecnologias estão trancafiadas em “projetos negros” (black projects) e somente um ato Divino poderia tirá-las de lá para o benefício da humanidade.  Qualquer coisa que você possa imaginar, nós já sabemos fazer“.
 
3. “Temos a tecnologia para levar o ET para casa.  Não demorará uma vida inteira até que consigamos isto.  Há um erro nas equações.  Nós sabemos qual é.  Agora temos a capacidade de viajar para as estrelas.  Primeiro, você deve compreender que nunca conseguiríamos chegar nas estrelas com propulsão química [os tradicionais foguetes de hoje].  Segundo, temos que criar uma nova tecnologia de propulsão.  O que temos que fazer é descobrir onde o Einstein errou“.
 
4. Quando perguntaram à Rich como é que a propulsão dos OVNIs funcionava, ele disse: “Deixe-me perguntar à você. Como é que a Percepção Extra Sensorial funciona?“  A pessoa que foi indagada por Rich respondeu: “Todos os pontos no tempo e espaço estão conectados?“.  Rich então disse, “É exatamente assim que funciona!”
 
Ben Rich sabia da existência de OVNIs extraterrestres
 
Rich sabia que os OVNIs extraterrestres do caso Roswell influenciaram o projeto dos kits do modelo Testor, e de aeronaves secretas dos EUA.  De acordo com uma reportagem da CNI News, por Michael Lindemann, a informação do projeto derivou-se das ilustrações forenses e dos vários relatos das testemunhas sobre o OVNI de Roswell, fornecido por William L. “Bill” McDonald.
 
Em e-mail datado de 29 de julho de 1999, endereçado a Lindemann, MacDonald referenciou um trecho de uma discussão com Harold Puthoff, fundador do programa altamente secreto dos EUA de “remote viewing” (visualização remota).
 
MacDonald disse: “Bem, Hal, você pediu por isso!  Agora que o legendário engenheiro e chefe de projetos de modelagem da Lockheed para Testor Corporation, John Andrews, está morto, eu posso anunciar que ele pessoalmente confirmou a conexão de projeto entre a nave de Roswell e os Veículos Aéreos de Combate Não Tripulados da Lockheek Martin (UCAVS, em inglês), aviões espiões, Caças Joint Strike e os Ônibus Espaciais“.
Andrews era uma amigo pessoal do diretor da Skunk Works, Ben Rich, que foi selecionado a dedo para substituir o fundador daquela organização, Kelly Johnson, e também ficou famoso pelo projeto do caça F-117 Nighthawk Stealth Fighter, seu protótipo miniaturalizado “HAVE BLUE“, e a aeronave super secreta F-19 Steath Interceptor.  Antes de Rich morrer de câncer, confirmou:
 
“Existem dois tipos de OVNIs.  O que nós construímos e o que ‘eles’ construíram.  Nós aprendemos tanto das recuperações de OVNIs que se acidentaram e dos que ‘nos foram dados’.  O governo [dos EUA] sabia disso e até 1969 mantinha controle na administração dessa informação.  Após a retirada de Nixon em 1969, a administração passou a ser feita por uma comissão internacional de diretores do setor privado…”
 
“Quase todas as aeronaves com desenho “bimorphic” foram inspiradas na aeronave de Roswell, desde o SR-71 Blackbird, até os “drones”, UCAVs e espaço naves“.
 
A opinião de Ben Rich era de que o público não deveria ficar sabendo sobre os OVNIs e extraterrestres.  Ele acreditava que eles não conseguiriam encarar a verdade.  Somente nos últimos meses de seu declínio que ele começou a pensar que a comissão de diretores internacionais que ‘administram’ o caso poderia representar um maior problema para as liberdades pessoais dos cidadãos, sob a Constituição dos Estados Unidos, do que os visitantes alienígenas poderiam.
 
Lindemann comentou que “Bill McDonald recebeu a informação de Andrews desde 1994 até o seu último telefonema perto do Natal de 1998“.
Lindemann também disse “Deve-se da mesma forma ser conhecido que Dr. Ben R. Rich participou de uma conferência pública de engenheiros e projetistas aeroespaciais em 1993, antes de sua doença o ter debilitado, na qual ele declarou, na presença do diretor da seção de Orange County da MUFON, Jan Harzan e muitos outros, que ‘Nós (o complexo industrial militar e a comunidade aeroespacial dos EUA) tivemos em nossa posse a tecnologia para levar-nos até as estrelas”.


Por: David Muniz

Fonte: CUB


60 bilhões de planetas habitáveis podem estar orbitando a Via Láctea

 
 
 
Fonte: The Astrophysical Journal Sci-News

Novos cálculos mostram que a estimativa é de que exista o equivalente a quase dois planetas Terra para cada estrela anã vermelha da galáxia.

Um novo estudo publicado no periódico Astrophysical Journal Letters reforça a ideia de que existe vida em outros planetas. Baseados em simulações computadorizadas, os cientistas refizeram os cálculos acerca do comportamento das nuvens em planetas extrassolares e chegaram a resultados surpreendentes.

Ao revisitar estudos anteriores, os pesquisadores conseguiram ampliar drasticamente a zona considerada habitável na órbita de estrelas anãs vermelhas, que são menores e mais pálidas do que o Sol. Os dados do telescópio Kepler Space, da NASA, sugeriam que existia um planeta aproximadamente do tamanho da Terra na zona habitável de cada estrela anã vermelha. Os novos cálculos, que se assemelham às simulações usadas para prever o clima na Terra, dobram essa estimativa.

O segredo está nas nuvens
“As nuvens levam ao aquecimento e causam resfriamento na Terra. Elas refletem os raios solares para esfriar os elementos e absorvem a radiação infravermelha da superfície para criar um efeito estufa. Isso é parte do que faz com que o planeta se mantenha morno o suficiente para ter vida”, explica o autor do estudo, Dr. Dorian Abbot, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.

Um planeta que orbita o Sol, por exemplo, teria que completar sua órbita em cerca de um ano para poder manter uma quantidade suficiente de água em sua superfície e, por consequência, ter nuvens. Os cientistas explicam que, para estrelas menores, como é o caso das anãs vermelhas, o tempo total da órbita seria de apenas alguns meses para garantir a mesma incidência de luz que recebemos do Sol.

Outro dado relevante é que esses planetas com órbitas menores sempre manteriam um dos lados voltados para o Sol, assim como acontece com a Terra e a Lua. Os cálculos demonstram que isso implicaria uma maior presença de nuvens refletoras na região subestelar.

A conclusão é que, se houver água na superfície do planeta, haverá o surgimento de nuvens. O resfriamento que essas nuvens causariam dentro da zona habitável seria suficiente para permitir a manutenção da água na superfície do planeta mesmo com a proximidade do Sol. E esse pode ser um dos indícios de que não estamos sozinhos na Via Láctea.



Por: David

Fonte: CUB

2 de jul de 2013

Você acredita em Teoria da Conspiração?



Quais são os fatores que contribuem para a crença de um indivíduo em uma teoria da conspiração?

Longe de serem crenças para alguns teóricos, conspirações são mais difundidas hoje do que nunca.

Uma pesquisa recente, divulgada no mês passado, indicou que 37% dos americanos acreditam que o aquecimento global é uma farsa, de 28% que o mundo está sob a ameaça de uma Nova Ordem Mundial e 21% tinham a impressão de que o governo está escondendo evidências de visitação extraterrestre.

Mas o que é que leva a tais crenças? Em um recente estudo, os psicólogos Micheal Wood, Karen Douglas e Robbie Suton sugeriram que a crença em uma teoria da conspiração não é pelas especificidades da teoria em si, mas as crenças que levam ao pensamento de conspiração – uma ideologia pela qual o mundo é visto.

Aqueles que geralmente desconfiam figuras de autoridade, por exemplo, são mais propensos a acreditar em conspirações do que aqueles que não o fazem.

Será que a NASA fingiu o pouso na Lua? O governo está escondendo marcianos na Área 51? O aquecimento global é uma farsa? E sobre o bombardeio na maratona de Boston … um "trabalho interno", talvez?

Fonte: Arquivo UFO