10 de fev de 2011

Ovnis e seus tripulantes na pré-história brasileira

Acredita-se que a presença dos discos voadores e seus tripulantes em nosso planeta seja um fato recente. Seria um equívoco? Existiriam registros pré-históricos a respeito da presença de naves e seus tripulantes, datados de milhares e milhões de anos?
Ufoarqueologia x Arqueoatronomia
Segundo a analise de especialistas, a Região Nordeste do Brasil possui importantes sítios rupestres onde podem ser notadas possíveis representações astronômicas em gravuras realizadas pelos povos pré-históricos. Segundo estudos recentes, muitas pinturas rupestres em formas de “cobras”, “lagartos”, “aranhas”, “pássaros”, “peixes”, “espinhas de peixe”, “luas voadoras”, “estrelas cabeludas”, “estrelas voadoras”, poderiam se tratar de representações mitológicas de temas astronômicos.
Discos voadores na pré-história goiana?
No sítio arqueológico da Pedra do Bisnau, distante cerca de 50 quilômetros do centro da cidade de Formosa, no estado de Goiás. Existem na região 29 sítios arqueológicos repletos de petroglifos que descrevem a arte, o cotidiano dos primitivos habitantes e até o que poderiam ser Objetos Voadores Não Identificados!
Extraterrestre tipo Alfa em Goiás?
Na caverna é possivel ver vários desenhos estranhos que lembram naves e estrelas que estavam espostos no teto do local e em um local de destaque. Da para observar que um ser estilizado lembra clássico Tipo Alfa, com cabeça avantajada e olhos grandes, sem boca e nariz, muito similar a outros desenhos rupestres já registrados em outras partes do mundo.
As inscrições rupestres em baixo relevo da Pedra do Bisnau estão localizadas na Fazenda Taquarí e trata-se de uma laje de arenito com área de 6.000 metros quadrados com datação de 11.000 anos.
Os desenhos mostram objetos circulares, dando a impressão de serem iluminados e com rastros luminosos, aparentando ser uma esteira de fumaça ou cauda luminosa. Em outros desenhos aparecem nitidamente objetos em formato de disco voador com janelas. Porém, os mais curiosos são circulares e demonstram detalhes da parte inferior destes objetos voadores. Em alguns casos dão a impressão de focos de luz projetados pela parte inferior do objeto voador não identificado, como podemos observar a alguns quilômetros dali, em uma gruta próxima a sede da Fazenda Marilda, entre as cidades de Paraúna e Ivolândia, no estado de Goiás.
Trata-se de um petroglifo com desenho circular que aparentemente projeta um foco de luz para baixo, semelhante a milhares de descrições atuais do fenômeno ufológico observado em várias partes do mundo e inclusive presente no folclore goiano.
O mais curioso é que estes petrogrifos encontrados em Formosa são idênticos aos desenhos constantes em outros sítios arqueológicos, como por exemplo, os da cidade de Ferreira Gomes, no estado do Amapá, que visitei em 2002.
Em uma laje de pedra existem vários desenhos interessantes: uma estrutura circular com vários círculos concêntricos que apresentava uma espécie de tripé ou trem de aterrissagem e outro petroglifo circular com cauda, que poderia ser um cometa ou... Pois, assemelha-se muito aos Ovnis que apareceram na Região Norte durante o período de 1977 a 1981, conhecido como Fenômeno Chupa-Chupa e pesquisado pelo I COMAR (Pará), da Força Aérea Brasileira.
Pinturas similares na Lapa do Sol, na Bahia
Na Chapada Diamantina no estado da Bahia se encontram pinturas rupestres semelhantes aos desenhos efetuados pelos povos pré-históricos brasileiros nos petroglifos dos estados de Goiás e Amapá.
Na Lapa do Sol, em Iraquara – BA observam-se representações interessantes realizadas pelos habitantes nômades que passaram por lá há mais de 12 mil anos provindos de vários estados.
As pinturas rupestres da região são na sua maioria monocromáticas, em tonalidade vermelha, produzidas por um óxido de ferro, a hematita. Entretanto, alguns motivos, como o “Sol” e o “Cometa” da Lapa do Sol, chegam a utilizar três ou quatro cores (como por exemplo, o preto, produzido por pasta de carvão ou o amarelo produzido por limonita que é outro óxido de ferro).
Alguns pesquisadores alegam que o desenho principal da Lapa do Sol trata-se de um Sol estilizado e também de um cometa. Porém, outros arqueólogos, como por exemplo, o argentino Carlos Etchevarne, mantém certo distanciamento prudente das explicações astronômicas, pois segundo ele não há como fundamentar tal teoria, embora ele admita que a arqueoastronomia seja uma boa linha de pesquisa.
Gravuras rupestres representando figuras semelhantes às encontradas na Bahia, Goiás e Amapá figuram também em sítios arqueológicos dos municípios de Presidente Médici e Costa Marques, no estado de Rondônia.
Considerações finais
Como podem ser explicados desenhos tão semelhantes em lugares tão diferentes e distantes? Devido às características comuns destas inscrições rupestres com fenômenos celestes naturais e também com o fenômeno ufológico, o que de fato os povos pré-históricos nos legaram? Porque será que em todos os sítios arqueológicos onde se encontram estes desenhos sugestivos existe regular incidência de avistamentos ufológicos?
Infelizmente, para estas questões não existem respostas totalmente convincentes por parte dos ufoarqueólogos ou pelos pesquisadores do meio científico.
Todos os fatos apresentados neste artigo devem ser motivo de reflexão para nós. Será que fomos visitados em um Passado remoto?
Muitas lacunas ainda existem nestas pesquisas, entretanto não podemos tapar o Sol com a peneira e sim, persistir neste estudo! Assim, chegaremos a explicações mais concretas, mas para isso devemos utilizar metodologia científica, comparar os dados e em alguns momentos manter a nossa mente aberta. Afinal, ninguém é o dono da verdade!