5 de abr de 2011

Ligação entre Egipcios e Maias

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Esotéricamente, o Egito é um baú de mistérios ainda não revelados. Muitas lendas envolveram a construção das grandiosas pirâmides, sendo uma delas a possibilidade de que os antigos egípcios tinham contatos com outros planetas, e que sua população era descendente dos povos do perdido continente de Atlântida. Não se é comprovada a existência desse continente, mas de fato algumas pistas levam a crer que a Atlântida já existiu, assim como seu "irmão" Lemúria, também afundado no mar. Desde os primórdios da civilização egípcia, difundia-se na realeza daquele país uma raça estranha e diferente. Fato constatado nos bustos e murais da época. Tutankhamon foi, pois, o último integrante dessa raça diferente que reinava o Egito. Akhenaton é um exemplo nítido, já que em seu reinado as artes ganharam mais realismo e ele foi representado como ele realmente era. Possuiam o crânio longo e alto, o corpo cavalado, com ancas largas e o rosto alongado. Além do mais pesquisas feitas em múmias provam a existância de um sangue raríssimo correndo em suas veias e de toda família real.A própria mãe de Akhenaton, a rainha Tiy, tinha essa conformação andrógina e os cabelos loiros.

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Especula-se que os faraós do Egito eram realmente descendentes de Atlantes, pois o egípcio comum, não a realeza, não possuia essa diferença corporal. Aliás, eis a explicação do motivo pelo qual as coroas faraônicas eram tão longas e vistosas, uma vez que o povo se revoltaria em saber que seus destinos estavam nas mãos de homens diferentes corporalmente. Com a morte de Tutankhamon, essa realeza "predestinada" se acabou, e o Egito foi governado por falsos faraós, sendo um país conquistador e cruel, e invadido por milhares de outros povos.

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Sobre o Maias sabemos que uma astronave brilhante como o ouro pousou sobre a ilha do Sol do lago Titicaca.Dessa astronave desceu uma mulher semelhante às mulheres actuais quanto ao corpo, dos pés até aos seios; mas tinha a cabeça em forma de cone, grandes orelhas(1) e mãos apalmadas com quatro dedos. Os reis divinos, ou reis-pássaros falcões das primeiras dinastias egípcias não eram evidentemente falcões. Quetzacoatl do México , não era um pássaro-serpente. Os deuses chifrudos e alados ou então montados em cobras das mitologias do Oriente Médio não eram criaturas divinas, e não resta dúvidas quanto a essa questão... da descendência Divina, ainda insistimos em não aceitar a miscigenação de Humanos com seres vindos de outras estrelas, planetas e constelações?

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Como os maias adquiriram profundo conhecimento do tempo continua um mistério, mas eles atribuiam este conhecimento a Kukulcan, um deus onisciente, que não tinha nenhuma semelhança com o povo de pele morena. Kukulcan era descrito como um homem alto e branco com longos cabelos e barbas brancas e brilhantes olhos azuis. Tinha o crânio alongado, o que fazia as mães maias amarrarem tábuas nas cabeças dos bebês para alongar os crânios. Por volta do ano 1000 d.C., por razões desconhecidas, Kukulcan deixou Chichen Itza e voltou para o mar, de onde muitos acreditam que ele viera. Antes de partir prometeu ao povo que um dia voltaria, mas isto nunca aconteceu. 

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Fonte: RodrigoEnok