14 de mar de 2011

O que a História não nos conta...


Os Evangelhos foram suprimidos no que tange à vida de Cristo até os seus 33 anos de idade. Porém revelam que a família, em fuga do rei Herodes, foi para o Egito. E os documentos considerados "apócrifos", relatos originais da época porém não reconhecidos por contrariarem as tradições religiosas, afirmam que O Mestre foi iniciado na Escola de Mistérios Egípcia, tendo nela oficiado junta- mente com os seus mais elevados Instrutores. Existem relatos da sua passagem pela Índia e pelo Tibet, grandes centros espirituais e iniciáticos do planeta, após o que foi cumprir a sua missão na Terra.


As cavernas de Qumram, na Palestina, a noroeste do Mar Morto, onde em 1947 foram descobertos os mais sensacionais documentos históricos dos tempos de Jesus. Tais documentos, denominados "Os Manuscritos do Mar Morto", são registros autênticos efetuados pela Fraternidade dos Essênios ( da qual inclusive Cristo fez parte!), e colocam por terra todos os mitos bíblicos, pelo fato de conterem espantosas revelações acerca da vida secreta do Mestre.



A Última Ceia, obra-prima de Leonardo da Vinci, retrata Jesus e os seus 11 apóstolos, no momento em que acusavam Judas Iscariotes de traidor. Através das eras, essa crença foi se disseminado e o simples nome "Judas" virou um sinônimo de pessoa vil, corrupta, desleal. Mas será que a verdade teria sido mesmo essa? Judas, como todos os demais apóstolos, TAMBÉM escreveu o seu Evangelho, o qual foi literalmente suprimido. Fortes evidências indicam que ele era, de fato, o discípulo mais amigo e fiel de Cristo - o que teria suscitado o ciúme, o ódio e a inveja dos outros onze. Podemos ver na Bíblia que, em visita à casa de Marta, Maria - a irmã dela- lavou os pés do Mestre com um perfume caríssimo - o nardo- cujo frasco custava 300 moedas.
Judas, foi o único que se manifestou contra aquele desperdício e sugeriu que tal perfume fosse vendido e o dinheiro distribuído aos pobres! Mais adiante, quando Jesus chorava de agonia no Monte Getsamani, pouco antes de ser preso pelos romanos, repreendeu por 3 vezes os outros após- tolos, que dormiam a sono solto ao invés de vigiar. Após a prisão de Cristo, Pedro o negou por três vezes, diante dos soldados romanos, dizendo "que nunca tinha visto aquele homem". Por outro lado, Judas foi aquele que acompanhou o Mestre na "morte", talvez não tendo cometido o suicídio mas, sim, o único a ter se declarado díscípulo e por esse motivo executado.
Agora vem a parte mais contraditória dos Evangelhos escritos pelos outros: Se Judas traiu Jesus por 30 moedas, o fez por muito pouca coisa. Ilógico mesmo! Agora responda: Quem trairia seu melhor amigo, seu mestre, ou mesmo seu pior inimigo - visando ao interesse financeiro - pela DÉCIMA PARTE de um vidro de perfume, caro e de boa qualidade - nos dias de hoje um AVON ou um Boticário, por exemplo?


E teria Jesus Cristo morrido mesmo na cruz?
Tudo indica que NÃO! Antigos manuscritos Essenianos revelam que Cristo até tinha a simpatia de Pôncio Pilatos e que um édito do imperador Tibério suspendeu a tempo a execução. Para dar uma satisfação à turba que exigia a sua morte, teria sido armada uma bem montada farsa, conforme demonstram as fortíssimas e além de tudo reveladoras evidências:
1) A suposta execução, ao contrário das outras, não foi uma cerimônia pública, mas, sim, realizada em local privado, com o povo à distância.
2) Uma morte na cruz não ocorria em poucas horas. A agonia era horrí- vel e durava por cerca de três dias. Uma tortura verdadeiramente cruel.
3) No caso de Cristo, sua "morte" ocorreu em poucas horas e podemos ler na Bíblia que alguém impediu que as suas pernas fossem quebradas. Um ato de piedade que abreviava a morte real dos condenados pelo suplício.
4) Os antigos manuscritos dizem que a "lança embebida em vinagre" que foi oferecida pelo centurião quando Cristo pedira água, era, na verdade, um poderoso sonífero (talvez ópio) de modo a simular a morte do Mestre.
5) Condenados à crucificação não mereciam sepultamento e leis romanas eram rígidas nesse sentido. Os corpos deveriam apodrecer, entregues aos abutres. No caso de Cristo, Pilatos determinou a entrega do corpo a José de Arimatéia, que o depositou no sepulcro de sua propriedade!